Fazia muito calor e o sol começava a se pôr, meu ouvidos e meus pensamentos eram abastecidos e guiado respectivamente por meu iPod, meus óculos escuros ao mesmo tempo protegendo e escondendo meus olhos me deixavam a vontade para olhar para qualquer direção e admirar qualquer paisagem, desde os carros a minha esquerda que passavam por mim velozes indo para além do meu campo de visão, as ondas que quebravam silenciosamente iluminadas pelo sol poente alguns metros a minha direita ou para as belas garotas que caminhavam pelo calçadão. Eu me encaminhava tranquilamente para a casa como todos os dias quando derrepente, como também acontecia todos os dias, me apaixonei.
Cabelos amarrados em um perfeito coque deixando de fora apenas duas tiras de cabelo, uma de cada lado dos enormes oculos escuros de armação branca. Fechando o antebraço direito uma linda tatuagem no estilo old school cobinando com seu piercing de argola do lado esquerdo do nariz. Pendurada no ombro esquerdo uma enorme bolsa preta. Sua mini blusa básica também da cor preta com as alças do sutiã branco a mostra combinavam perfeitamente com os shorts claro, nem curto nem comprido mas, do comprimento ideal para apreciar suas pernas longas, brancas e delicadas terminando em seus lindos pés calçados com um par de havaianas rosa e unhas cuidadosamente pintadas com esmalte claro, finalizando essa obra de arte em forme de mulher, com tanto estilo, atitude e simplicidade no critério vestimenta que me deixou apaixonado!
Passo ao lado dela, encarando-a e deixando bem claro (mesmo usando óculos) que estou apaixonado. Então sintou o cheiro adocicado do seu perfume e me apaixono ainda mais. Olho para trás, quase quebro meu pescoço para te admirar mais uma vez e você se vai,
assim como todos os dias fazem o sol, os carros na avenida ao meu lado e as paixões ao longo do meu caminho...
sábado, 4 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
#39
Londres, ah o velho e bom Londres!
Anos depois eu acabei voltando aquele velho bar, que parece a muito parado no tempo primeiro pelos preços que parecem nunca sofrer inflação, depois por ele continuar infecto, fedorento e cada vez mais libertino. Cada vez mais abarrotado de jovens alucinados, cada vez mais usado. Sua pista de dança imunda cheia de cerveja impregnada no chão, o balcão cada vez mais imundo com o barman cada vez mais velho e com as piadas de sempre, as cadeiras estão em sua maioria bambas, algumas quebradas por conta de várias brigas que ja ocorreram la, algumas eu mesmo presenciei e outras ate participei. Esse era e continua sendo o Londres.
Não me lembro o motivo de ter ido aquele bar, talvez pelo preço da cerveja (600ml de skol a $2,80 você não encontra em qualquer lugar. CADE A INFLAÇÃO?!) ou qualquer outra coisa, o fato é que nunca saberei o real motivo e também pouco me interessa. Pois a noite foi deveras agradável e pude constatar que além de o bar continuar o mesmo seus frequentadores em sua maioria idem.
Logo que cheguei observei a mesa que considerava minha, a qual toda semana ficava completamente ocupada por garrafas de cerveja vazias, maços de cigarros e cinzeiros abarrotados com tanta nicotina tudo sendo consumido por mim e por meu seleto grupo de amigos junkies que não queriam saber de nada, o importante era curtir e quanto mais bêbado, melhor.
Mas agora a mesa era ocupada por um outro grupo tão ruidoso e junkie quanto o meu ou qualquer outro grupo que já utilizou um dia utilizará aquela mesa, que hoje já está, digamos assim, abençoada.
Reencontrei alguns velhos amigos que agora já sem tanto pique pra beber e ainda tirar uma onda na pista de dança ficavam no balcão conversando com o velho Seu Olavo, o barman da casa que tinha um estoque infinito e infâme de piadas, sempre acompanhadas por seu estrondoso sorriso largamente amarelado e sem dentes, um cara gente boa, o Seu Olavo.
Acabei sentando em uma mesa proxima a varanda, sim aquela mesma da ultima história que vocês conhecem desse velho bar esquecido no centro de São Paulo.
Ao me sentar nem notei, pois era a única mesa disponivel, não fiquei de frente para a varanda e sim voltado para o bar afim de ver a movimentação, mas na primeira olhada que dei em volta do bar notei onde estava sentado e foi inevitável não me lembrar do ocorrido e no mesmo momento olhei para a minha mesa, para as pessoas com as quais estava sentado e para as bebeidas que estavamos consumindo, pude percebi o quanto mudei. Na minha opnião de uma maneira positiva, amadureci muito.
Não sei, caro leitor, se você se recorda do ocorrido (caso queira lembrar volte algumas paginas, eu recomedo!) mas tudo foi substitíido: a chegada triunfante já chapado ao bar deu lugar a uma chegada discreta, o copo de vodka na mão direita e o cigarro na esquerda foram trocados por um copo de cerveja e as mãos delicadas de minha acompanhante. A dança alcolizado na pista com uma pirigueti qualquer se tornou uma conversa, um tanto quanto gritada devido ao numero de cervejas que tinhamos consumido, sobre futebol.
Aquela ida a varanda fumar e foder sem amor apenas para tentar desperdiçar uma existência (consequentemente desperdiçando a minha também) se torna a volta para casa de carro com um baseado, a mulher mais perfeita que você um dia podera conhecer e muita conversa sobre as coisas mais agradáveis que se possa imaginar.
Para depois terminar em uma noite de amor, de verdade.
É, essa ida a Londres, talvez eu volte lá pois realmente me fez bem.
Meu amor nao gostou do bar, prefere um pique-nique com um bom cha, um bom vinho, uma boa música e muito amor.
É, realmente mudei. A vida muda quando mudamos.
(...)
Fiz no trampo, até que gosto de lá. Hahaha
Ficou grande, realmente estou melhorando. (:
Anos depois eu acabei voltando aquele velho bar, que parece a muito parado no tempo primeiro pelos preços que parecem nunca sofrer inflação, depois por ele continuar infecto, fedorento e cada vez mais libertino. Cada vez mais abarrotado de jovens alucinados, cada vez mais usado. Sua pista de dança imunda cheia de cerveja impregnada no chão, o balcão cada vez mais imundo com o barman cada vez mais velho e com as piadas de sempre, as cadeiras estão em sua maioria bambas, algumas quebradas por conta de várias brigas que ja ocorreram la, algumas eu mesmo presenciei e outras ate participei. Esse era e continua sendo o Londres.
Não me lembro o motivo de ter ido aquele bar, talvez pelo preço da cerveja (600ml de skol a $2,80 você não encontra em qualquer lugar. CADE A INFLAÇÃO?!) ou qualquer outra coisa, o fato é que nunca saberei o real motivo e também pouco me interessa. Pois a noite foi deveras agradável e pude constatar que além de o bar continuar o mesmo seus frequentadores em sua maioria idem.
Logo que cheguei observei a mesa que considerava minha, a qual toda semana ficava completamente ocupada por garrafas de cerveja vazias, maços de cigarros e cinzeiros abarrotados com tanta nicotina tudo sendo consumido por mim e por meu seleto grupo de amigos junkies que não queriam saber de nada, o importante era curtir e quanto mais bêbado, melhor.
Mas agora a mesa era ocupada por um outro grupo tão ruidoso e junkie quanto o meu ou qualquer outro grupo que já utilizou um dia utilizará aquela mesa, que hoje já está, digamos assim, abençoada.
Reencontrei alguns velhos amigos que agora já sem tanto pique pra beber e ainda tirar uma onda na pista de dança ficavam no balcão conversando com o velho Seu Olavo, o barman da casa que tinha um estoque infinito e infâme de piadas, sempre acompanhadas por seu estrondoso sorriso largamente amarelado e sem dentes, um cara gente boa, o Seu Olavo.
Acabei sentando em uma mesa proxima a varanda, sim aquela mesma da ultima história que vocês conhecem desse velho bar esquecido no centro de São Paulo.
Ao me sentar nem notei, pois era a única mesa disponivel, não fiquei de frente para a varanda e sim voltado para o bar afim de ver a movimentação, mas na primeira olhada que dei em volta do bar notei onde estava sentado e foi inevitável não me lembrar do ocorrido e no mesmo momento olhei para a minha mesa, para as pessoas com as quais estava sentado e para as bebeidas que estavamos consumindo, pude percebi o quanto mudei. Na minha opnião de uma maneira positiva, amadureci muito.
Não sei, caro leitor, se você se recorda do ocorrido (caso queira lembrar volte algumas paginas, eu recomedo!) mas tudo foi substitíido: a chegada triunfante já chapado ao bar deu lugar a uma chegada discreta, o copo de vodka na mão direita e o cigarro na esquerda foram trocados por um copo de cerveja e as mãos delicadas de minha acompanhante. A dança alcolizado na pista com uma pirigueti qualquer se tornou uma conversa, um tanto quanto gritada devido ao numero de cervejas que tinhamos consumido, sobre futebol.
Aquela ida a varanda fumar e foder sem amor apenas para tentar desperdiçar uma existência (consequentemente desperdiçando a minha também) se torna a volta para casa de carro com um baseado, a mulher mais perfeita que você um dia podera conhecer e muita conversa sobre as coisas mais agradáveis que se possa imaginar.
Para depois terminar em uma noite de amor, de verdade.
É, essa ida a Londres, talvez eu volte lá pois realmente me fez bem.
Meu amor nao gostou do bar, prefere um pique-nique com um bom cha, um bom vinho, uma boa música e muito amor.
É, realmente mudei. A vida muda quando mudamos.
(...)
Fiz no trampo, até que gosto de lá. Hahaha
Ficou grande, realmente estou melhorando. (:
sexta-feira, 29 de maio de 2009
#38
Você é minha solidão, meus pensamentos da madrugada em fente ao computador.
Minhas lágrimas nunca derramadas, meus pensamentos insólitos, minhas tristezas, minhas alegrias e minhas vergonhas. Voce é o que eu não sou, o que eu não posso ou não quero ser. Você é meu passado.
(...)
Escrever me acalma. Fumar me alegra. Pensar me confunde...
Minhas lágrimas nunca derramadas, meus pensamentos insólitos, minhas tristezas, minhas alegrias e minhas vergonhas. Voce é o que eu não sou, o que eu não posso ou não quero ser. Você é meu passado.
(...)
Escrever me acalma. Fumar me alegra. Pensar me confunde...
domingo, 29 de março de 2009
#37
Minha vida comparo a uma viajem por uma estrada de mão única. Só ando para frente, olhando para trás apenas para ver quem ultrapassei e aprender a não tomar mais caminhos parecidos. Minha vida é um passeio raro por um caminho sem retorno, com placas de avisos que servem para me orientar, nem sempre sigo esses avisos e por conta disso tomo alguns tombos, sofro alguns acidentes, os quais costumo classificar como "de percurso".
Considerando a vida como uma estrada sem retorno, sigo sempre em frente sem me preocurpar com o passado, o que não quer dizer que não olhe para trás e aprenda algo a mais. Existem desvios, alguns nos levam para lugares indesejados e nessas horas temos que seguir as placas de advertência que vemos pelo caminho. Caso você pegue o caminho correto pelo lado acidentado e desumano da estrada certamente você podera ver alguns exemplos. Alguns preferem seguir reto seguindo apenas o caminho sem, observar o que realmenrte acontece, eu particularmente prefiro verifcar de perto os acidentes, pois assim consigo me precaver quando ver algo paracido em meu caminho.
Essa estrada que muitos chama de "estrada da vida" é muito complicada, a única certeza que temos é que ela leva ao nada, que é uma estrada com infinitas possibildades de desvio mas é também uma estrada que você desconhece o caminho que segue. Apenas segue. E sabe de apenas uma coisa: que você vai achar o fim desta estrada e quando isso aocntecer, você vai morrer.
Por isso, pense bem antes de acelerar seu carro novamente e seguir por essa estrada, a proxima curva pode ser o fim da sua estrada, viva pensando nisso.
(...)
Esse é da Re. <3
;*
Considerando a vida como uma estrada sem retorno, sigo sempre em frente sem me preocurpar com o passado, o que não quer dizer que não olhe para trás e aprenda algo a mais. Existem desvios, alguns nos levam para lugares indesejados e nessas horas temos que seguir as placas de advertência que vemos pelo caminho. Caso você pegue o caminho correto pelo lado acidentado e desumano da estrada certamente você podera ver alguns exemplos. Alguns preferem seguir reto seguindo apenas o caminho sem, observar o que realmenrte acontece, eu particularmente prefiro verifcar de perto os acidentes, pois assim consigo me precaver quando ver algo paracido em meu caminho.
Essa estrada que muitos chama de "estrada da vida" é muito complicada, a única certeza que temos é que ela leva ao nada, que é uma estrada com infinitas possibildades de desvio mas é também uma estrada que você desconhece o caminho que segue. Apenas segue. E sabe de apenas uma coisa: que você vai achar o fim desta estrada e quando isso aocntecer, você vai morrer.
Por isso, pense bem antes de acelerar seu carro novamente e seguir por essa estrada, a proxima curva pode ser o fim da sua estrada, viva pensando nisso.
(...)
Esse é da Re. <3
;*
sábado, 7 de março de 2009
#36
o que penso do amor?!
Não penso muito a respeito, já cansei de criar teorias sobre o que é, como é e o que faz. Hoje apenas vivo, sei o que e quem amo, mas não preciso ficar falando aos sete ventos, amor é particular, é pessoal.
Amor é amar, e viver é lembrar do que ja vivemos, e planejar o que vamos fazer mas sem esquecer que o amanha já é um futuro.
Hoje sou o que sou e amo o que quero, seus preconceitos não vão me fazer parar de viver a minha vida da forma que quero, pois o que faço e deixo de fazer não interessa a ninguém além de mim e minha famlia. Vivo sempre planejando o futuro, mas nunca priorizando-o, o futuro é o proximo segundo, as próximas letras que eu teclar serão o futuro.
O futuro é o presente e o presente é o passado.
Viva tudo o que há pra viver. Da forma que quiser, sem pré conceitos, preconceitos, ou qualquer outro tipo de julgamento precipitado.
Não penso muito a respeito, já cansei de criar teorias sobre o que é, como é e o que faz. Hoje apenas vivo, sei o que e quem amo, mas não preciso ficar falando aos sete ventos, amor é particular, é pessoal.
Amor é amar, e viver é lembrar do que ja vivemos, e planejar o que vamos fazer mas sem esquecer que o amanha já é um futuro.
Hoje sou o que sou e amo o que quero, seus preconceitos não vão me fazer parar de viver a minha vida da forma que quero, pois o que faço e deixo de fazer não interessa a ninguém além de mim e minha famlia. Vivo sempre planejando o futuro, mas nunca priorizando-o, o futuro é o proximo segundo, as próximas letras que eu teclar serão o futuro.
O futuro é o presente e o presente é o passado.
Viva tudo o que há pra viver. Da forma que quiser, sem pré conceitos, preconceitos, ou qualquer outro tipo de julgamento precipitado.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
#35
Ano novo, vida nova. Tá começando, melhorando. Vamos ver no que dá.
É isso.
É isso.
domingo, 4 de janeiro de 2009
#34
Não me importa nada, só preciso estar ao seu lado, ouvindo sua voz, vendo teu sorriso largo, acariciando seus cabelos longos e beijando seus lábios delicados. Preciso estar ao lado do meu amor, preciso estar onde meu coração está.
É você que me fazia sentir assim, era você. Tão perfeita que me faltavam adjetivos para te definir. Quatas vezes me deparei admirando sua foto para matar as saudades, me recordar de momentos que passamos juntos, olhando as ondas quebrarem delicadamente ao por do sol contando casos futeis de nossas vidas, mas que no momento eram tão importante quanto saber quem seria o novo presidente dos EUA, ou a quantas andava a guerra do iraque. Ao seu lado nada conseguia ser mais importante que te olhar sorrir ao me contar com nostalgia de quando você caiu da pedra passeando pela praia com sua prima, ou quando você tocou o puteiro no ônibus
com sua melhor amiga na época do colégio.
Essa era a minha alegria, te ver alegre, te ver sorrir. Sua vida era minha alegria, tuas recordações minhas nostalgias, eramos um só. Por isso não conseguia mais me imaginar longe de você. Não me importava nada, apenas você e o céu estrelado de uma noite de verão, em que ficamos contando estrelas, as 3 marias, as nossas 3 marias que nos acompanhavam todos os dias, tão pontuais quanto nossos encontros marcados sempre para o mesmo hoaririo sob as mesmas estrelas e com os mesmoa apelidos e carícias.
É dificil, porém gostoso, pensar que não é mais assim, e que nunca mas irá ser, que agora as horas marcadas são com outra pessoa, com outras estrela, com outras constelações. Agora são outras hiatórias, outros beijos, outro amor. Nunca falarei que é melhor, nem que é pior, você foi única, sempre vai ser mas agora meu mundo ira em outra direção, meu coração bate em outro compasso ao som de outras histórias, temos outras músicas para chamar de nossas. Diferentes e até me arrisco a dizer melhores estou numa fase melhor que "a sua", com conteúdos que, hoje, me interessam muito mais do que pais finjindo namorar filhas ou pique-niques com amigas.
A vida é assim, cliclos e você já é um ciclo encerrado, que gosto apenas de pensar como algo bonito que vivi. Novo ciclo, novas atitudes e pensamentos, novos amores.
Agora é ela que quero, que espero, que amo. Não consigo ficar sem imaginar o dia em que vou encontra-la, abraça-la, encarar aqueles olhos brilhantes e beijar longamente aqueles lábios macios e carnudos, como nunca fiz e nunca vou fazer, pois nunca mais irei amar assim, ela é única. Cada amor é uma história, cada história um novo começo e cada começo um ciclo.
Agora quero você, quero o nosso ciclo, quero te amar e não mais te largar, vem e não vai, nunca mais. Me trás meu coração, me deixe ao lado dele, me deixe ao seu lado, meu amor, pois Não me importa nada só os dias ao seu lado.
Te amo.
(...)
Achei o final muito morno, um dia melhoro.
Feliz ano novo aê galera, não teve post de despedida pq achei que não precisei, o ano foi tão bom que não consegui pensar no que escrever.
Enfim, Feliz 2009 com todos aqueles clichês de sempre.
É você que me fazia sentir assim, era você. Tão perfeita que me faltavam adjetivos para te definir. Quatas vezes me deparei admirando sua foto para matar as saudades, me recordar de momentos que passamos juntos, olhando as ondas quebrarem delicadamente ao por do sol contando casos futeis de nossas vidas, mas que no momento eram tão importante quanto saber quem seria o novo presidente dos EUA, ou a quantas andava a guerra do iraque. Ao seu lado nada conseguia ser mais importante que te olhar sorrir ao me contar com nostalgia de quando você caiu da pedra passeando pela praia com sua prima, ou quando você tocou o puteiro no ônibus
com sua melhor amiga na época do colégio.
Essa era a minha alegria, te ver alegre, te ver sorrir. Sua vida era minha alegria, tuas recordações minhas nostalgias, eramos um só. Por isso não conseguia mais me imaginar longe de você. Não me importava nada, apenas você e o céu estrelado de uma noite de verão, em que ficamos contando estrelas, as 3 marias, as nossas 3 marias que nos acompanhavam todos os dias, tão pontuais quanto nossos encontros marcados sempre para o mesmo hoaririo sob as mesmas estrelas e com os mesmoa apelidos e carícias.
É dificil, porém gostoso, pensar que não é mais assim, e que nunca mas irá ser, que agora as horas marcadas são com outra pessoa, com outras estrela, com outras constelações. Agora são outras hiatórias, outros beijos, outro amor. Nunca falarei que é melhor, nem que é pior, você foi única, sempre vai ser mas agora meu mundo ira em outra direção, meu coração bate em outro compasso ao som de outras histórias, temos outras músicas para chamar de nossas. Diferentes e até me arrisco a dizer melhores estou numa fase melhor que "a sua", com conteúdos que, hoje, me interessam muito mais do que pais finjindo namorar filhas ou pique-niques com amigas.
A vida é assim, cliclos e você já é um ciclo encerrado, que gosto apenas de pensar como algo bonito que vivi. Novo ciclo, novas atitudes e pensamentos, novos amores.
Agora é ela que quero, que espero, que amo. Não consigo ficar sem imaginar o dia em que vou encontra-la, abraça-la, encarar aqueles olhos brilhantes e beijar longamente aqueles lábios macios e carnudos, como nunca fiz e nunca vou fazer, pois nunca mais irei amar assim, ela é única. Cada amor é uma história, cada história um novo começo e cada começo um ciclo.
Agora quero você, quero o nosso ciclo, quero te amar e não mais te largar, vem e não vai, nunca mais. Me trás meu coração, me deixe ao lado dele, me deixe ao seu lado, meu amor, pois Não me importa nada só os dias ao seu lado.
Te amo.
(...)
Achei o final muito morno, um dia melhoro.
Feliz ano novo aê galera, não teve post de despedida pq achei que não precisei, o ano foi tão bom que não consegui pensar no que escrever.
Enfim, Feliz 2009 com todos aqueles clichês de sempre.
Assinar:
Postagens (Atom)